Seu colaborador acessa PJe, e-CAC e Gov.br com o certificado da empresa — sem jamais receber o arquivo .pfx. Controle total, rastreabilidade completa.
E por que isso representa risco jurídico, financeiro e de LGPD.
A chave privada do titular trafega por mensageiros sem criptografia de ponta a ponta, exposta a capturas e vazamentos.
Cada colaborador instala o certificado localmente. Ex-funcionários continuam com a chave mesmo após demissão.
Impossível saber quem assinou o quê, quando e de onde. Auditoria é inviável. Responsabilidade é difusa.
Uso indevido do certificado por ex-colaborador pode gerar ações judiciais contra o titular. Sem logs, sem defesa.
O certificado é cifrado com AES-256-GCM (envelope DEK/KEK) e armazenado com segurança no servidor. A senha é validada em memória e descartada — nunca persiste.
✓ Senha nunca armazenadaQual certificado, quais portais, faixa de horário (ex.: seg–sex 08h–18h), período de vigência. O colaborador aceita o termo de responsabilidade digital.
✓ Controle granularA extensão verifica permissão em tempo real: horário, dia da semana, vigência, portais permitidos. Acesso negado gera toast com motivo.
✓ Validação em tempo realA chave privada é descriptografada em memória RAM (tmpfs) por menos de 1ms, usada no handshake TLS e descartada. O portal autentica o colaborador sem que a chave nunca toque sua máquina.
✓ Chave nunca sai do servidorAudit log append-only com quem acessou, qual portal, quando e de qual IP. Tentativas bloqueadas também são registradas. Log disponível no painel admin com filtros.
✓ Rastreabilidade totalUpload de múltiplos .pfx com criptografia de envelope AES-256-GCM. CPF e CNPJ mascarados nos metadados. Status de validade monitorado automaticamente.
Cadastro com 2FA obrigatório. Concessões granulares por certificado, portal, horário, dia da semana e vigência. Revogação imediata com efeito instantâneo.
Autenticação com certificado A1 em portais mTLS sem instalar o .pfx. Chave privada em RAM por menos de 1ms. Cookies de sessão injetados pela extensão Chrome.
Log imutável de todos os eventos: uploads, concessões, acessos, bloqueios, revogações. Filtros por ação, usuário, data e recurso. Exportação futura.
Certificados vencendo em 30 dias, termos pendentes de aceite, acessos e tentativas bloqueadas hoje. Números absolutos, sem percentuais enganosos.
Popup 3 abas: Certificados, Portais e Histórico. Login com 2FA. Status do proxy em tempo real. Tokens em chrome.storage.session (volátil). Build para Web Store.
Isolamento por schema PostgreSQL. Cada escritório/empresa é um tenant independente com seus certificados, colaboradores e logs completamente separados.
Cada colaborador assina digitalmente antes do primeiro acesso. Registro com timestamp no audit log. Prova jurídica de aceite de uso.
🔐 = requer mTLS (autenticação com certificado). Novos portais adicionados mensalmente.
Implantação única + mensalidade. Cancele quando quiser. Todos os planos incluem extensão Chrome, audit log e suporte via WhatsApp.
Solo e Escritório com 14 dias grátis · Pro e Enterprise com POC negociada · Usuário adicional R$ 35/usuário/mês acima do limite do plano
Cada decisão de arquitetura foi tomada tendo a chave privada como o ativo mais sensível do sistema.
Escrita em /dev/shm (RAM tmpfs) por menos de 1ms durante o handshake mTLS e deletada no finally antes de qualquer await.
Cada .pfx cifrado com DEK (chave de dados) aleatória única. DEK cifrada pela KEK (variável de ambiente — nunca no banco).
O serviço proxy nunca é exposto publicamente. key_pem trafega apenas via rede Docker interna no mesmo host VPS.
Nenhum endpoint de edição ou exclusão de registros. Todo acesso, bloqueio e sessão mTLS é registrado com IP e user-agent.
Ao revogar uma concessão, o próximo request da extensão já é bloqueado. Sem delay, sem cache. Ex-colaborador cortado na hora.
JWT armazenado em chrome.storage.session — descartado automaticamente ao fechar o browser. Nada persiste no dispositivo do colaborador.
Colaborador só acessa após aceite registrado no audit log com timestamp. Prova jurídica de que foi informado e concordou.
Cada tenant tem schema PostgreSQL próprio. Impossível acesso cruzado entre escritórios por bug ou injeção de schema.
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